O início do Escotismo em Minas é marcado por muitas novidades que se transformaram com o tempo. Muitos foram os personagens desta grande saga, que era dotar o estado de um movimento em evidência e consagrando como virtuoso na condução de jovens, rumo ao futuro.
As Associações foram as primeiras denominações das Unidades Escoteiras Locais, mantendo-as até o ano de 1950, quando a UEB – União dos Escoteiros do Brasil, em sua reformulação estatutária, determinou a denominação para “Grupo Escoteiro”.

    

     No dia 23 de dezembro de 1914, por iniciativa do Professor Olympio de Araújo e sob o comando técnico de Alípio Dias, era fundado o primeiro grupo Escoteiro do Estado de Minas Gerais, na cidade de Rio Novo, denominado “Grêmio de Bandeirantes Mineiros”. 

    Esta primeira unidade escoteira, funcionava nas instalações do recém inaugurado “Tiro de Guerra 109” sob a direção do Tenente Alípio Dias, primeiro chefe de grupo mineiro.

    Olympio de Araújo, estimulado através de cartas de Dona Jerônima Mesquita, brasileira radicada em Paris, resolveu aceitar o desafio de implantar na cidade e no estado, a primeira unidade escoteira.  Alípio Dias se torna o primeiro chefe de Grupo dentro do estado. 

A composição da Diretoria era a seguinte..:
Presidente……………….: Major Olympio de Araújo
Secretário………………..: Lindolpho Guimarães
Tesoureiro………………..: Christiano Dias da Costa
Saúde e Fraternidade..: 1o. Tenente Alípio Dias (1o. Chefe de Grupo em Minas Gerais)

 

    Também sob a influência do professor Olympio de Araújo e com a adesão da sociedade, intelectuais e de inúmeros colaboradores da comunidade, no dia 15 de junho de 1915, é fundado o “Grêmio de Bandeirantes de Juiz de Fora”.
     A unidade foi instalada nas dependências do Tiro de Guerra “Afonso Pena”, de número 17, situado na Rua Santo Antônio, em Juiz de Fora.

    A primeira diretoria do Grêmio em Juiz de Fora, era composta dos seguintes membros..: 
           Presidente………..: Dr. Benjamim Colucci
           Vice-Presidente…: Dr. Eduardo de Menezes
            1o. Secretário…..: Mário Mattos
            2o.  Secretário….: Antônio Luiz Bessa
            Tesoureiro………..: Sinval Americano
            Procurador……….: Pedro Magaldi
           Orador……………..: José Carlos Montreuil

    Conselho Fiscal 
            Lindolpho Gomes
            Dr. Tito Ribeiro e
           Coronel Albino Esteves

Presidente honorário..  Dr. João Penido

Os primeiros sócios Beneméritos foram…
            Dr. Delfim Moreira
            Francisco Augusto Pinto de Moura
           Eduardo de Menezes
           Bráz Bernardino (representante do dr. Delfim Moreira, então presidente do estado de Minas) e
           Major Olympio de Araújo

   Em 23 de  julho de 1927, por iniciativa do governo do estado e com o apoio de todos os envolvidos no Escotismo Mineiro e com a fusão do Ginásio Mineiro com o grupo de Escoteiros Populares, deu-se a criação da AME – Associação Mineira de Escotismo, cuja principal atribuição era a formação de chefes Escoteiros e direção do chefe Antônio Pereira da Silva.

     A AME foi inicialmente composta das Associações que funcionavam nos grupos escolares, Rio Branco, Francisco Sales, Pedro II, Henrique Diniz, Silviano Brandão, Olegário Maciel, Assis das Chagas, Afonso Penna, Caetano Azeredo, Cesário Alvim, Lúcio dos Santos, Barão de Macaúbas, Bernardo Monteiro e por último o novo Guia Lopes. 

     Ao mesmo tempo, fundava-se novas tropas escoteiras em Barbacena, Juiz de Fora, Palmyra, Conselheiro Lafayete, Oliveira Fortes, São João Del Rey e Montes Claros.

     Em 23 de fevereiro de 1928, o chefe Azambuja Neves, transformou a Associação em Federação Mineira de Escoteiros, filiando-a à UEB – União dos Escoteiros do Brasil. O primeiro presidente da Federação coube ao Dr. Marques Lisboa, que exerceu a função até 30 de junho de 1933, quando foi eleito o Dr. Geminiano Alves Pereira.

     Em 13 de julho de 1934, assumia o novo presidente eleito Dr. Francisco Floriano de Paula, que foi reeleito em julho do ano de 1936.

     Em 9 de junho de 1937, Floriano de Paula renuncia ao cargo de presidente, tendo seu vice, o professor Oscar Guimarães tendo assumido o posto de presidente, que em 4 de agosto de 1937 promoveu novas eleições para que assumisse o capitão Moacir Toscano. Em dezembro de 1937, capitão Toscano foi transferido para o Rio de Janeiro, deixando o cargo para o padre Vicente Borges.

     Em setembro de 1938, Padre Vicente apresenta sua renúncia passando o cargo para o capitão da Força Pública Lélio Augusto Fernandes da Graça.

     No dia 21 de outubro de 1928, é criada a FME – Federação Mineira de Escotismo, na cidade de Belo Horizonte com o objetivo de congregar todas as Associações do estado.     Em 23 de fevereiro de 1928, o chefe Azambuja Neves, transformou a Associação em Federação Mineira de Escoteiros, filiando-a à UEB – União dos Escoteiros do Brasil. 

     O primeiro presidente da Federação coube ao Dr. Marques Lisboa, que exerceu a função até 30 de junho de 1933, quando foi eleito o Dr. Geminiano Alves Pereira.

     Em 13 de julho de 1934, assumia o novo presidente eleito Dr. Francisco Floriano de Paula, que foi reeleito em julho do ano de 1936.

     Aos 31 de dezembro de 1936, a Federação Mineira de Escoteiros entregava seu censo, contando na ocasião com os seguintes números..:
Lobinhos    – 196
Escoteiros  – 507
Pioneiros    –  48
Chefes        –  22
Total            – 673 membros registrados

     Em 9 de junho de 1937, Floriano de Paula renuncia ao cargo de presidente, tendo seu vice, o professor Oscar Guimarães tendo assumido o posto de presidente, que em 4 de agosto de 1937 promoveu novas eleições para que assumisse o capitão Moacir Toscano. Em dezembro de 1937, capitão Toscano foi transferido para o Rio de Janeiro, deixando o cargo para o padre Vicente Borges.

     Aos 4 de agosto de 1937, para completar cargos em vacância na diretoria da FME, e sob a direção do Oscar Guimarães, atual vice-presidente, procedeu-se a eleição, onde foram devidamente empossados os seguintes membros..:
Presidente – Moacir Toscano
Vice-Presidente – Oscar Guimarães
Secretário do Conselho Administrativo – Francisco Floriano de Paula
Tesoureiro – Coronel Pedro Nunes
Diretor Técnico – Ciro Franco
Secretário do Conselho Técnico – José Carlos Peixoto (Itaquê)

     Em setembro de 1938, Padre Vicente apresenta sua renúncia passando o cargo para o capitão da Força Pública Lélio Augusto Fernandes da Graça

Embora houvesse iniciativas esparsas ligadas aos ramais ferroviários desde os anos 1920, a formalização estruturada aconteceu em 6 de abril de 1942, data em que o Conselho Diretor da União dos Escoteiros do Brasil (UEB) aprovou oficialmente a criação dos Escoteiros Ferroviários da E.F.C.B. (Estrada de Ferro Central do Brasil).

Foi criada a Associação Geral de Escoteiros Ferroviários, que estruturou centros regionais nos estados cortados pela malha da ferrovia, incluindo Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

O movimento nasceu sob a forte tutela e patrocínio das companhias ferroviárias — com destaque para a Estrada de Ferro Central do Brasil. Teve como grandes mentores figuras de proa da administração ferroviária, como o Major Napoleão Alencastro Guimarães (diretor da E.F.C.B.) e o engenheiro J. M. Andrade Sobrinho (chefe da Divisão de Ensino e Seleção Profissional).

Os grupos eram abertos nos ramais, oficinas e vilas ferroviárias do estado (como em Pitangui, centro-oeste mineiro, e outras cidades de forte tradição ferroviária). Os jovens eram divididos em categorias próprias da modalidade:

Embora seguissem a essência do método escoteiro tradicional, os ferroviários possuíam especificidades visuais marcantes financiadas ou padronizadas pelo contexto da ferrovia:

A administração burocrática e de infraestrutura ficava muito atrelada à direção da ferrovia, enquanto as diretrizes técnicas, estatutos e o programa escoteiro respondiam aos centros escoteiros estaduais. Por estarem muito atrelados à empresa mantenedora, costumavam realizar eventos e paradas cívico-ferroviárias muito próprios, o que conferia forte integração entre a comunidade de trabalhadores ferroviários e suas famílias.

Com o passar das décadas e a transição nos modelos de transporte e administração ferroviária no país, as modalidades específicas de empresas acabaram convergindo ou integrando de forma mais ampla o escotismo de modalidade básica da UEB.

O escotismo ferroviário no estado de Minas Gerais instalou-se de forma estratégica acompanhando a malha das grandes estradas de ferro da época, com forte destaque para os ramais e as vilas operárias da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) e da Rede Sul Mineira.

Como o movimento era estruturado sob a tutela direta das companhias ferroviárias e integrado à Associação Geral de Escoteiros Ferroviários (formalizada em 1942), os grupos e núcleos de atendimento aos filhos de ferroviários se concentravam nos grandes entroncamentos ferroviários, oficinas, pátios de manobra e sedes de comarcas ligadas aos trilhos.

Embora os registros documentais detalhados de cada tropa ferroviária específica de bairro ou ramal possam se dispersar devido à natureza fechada ou corporativa que essas unidades tinham na época, a implantação em Minas Gerais ocorreu em cidades polos da ferrovia, destacando-se:

Belo Horizonte: Como capital e principal entroncamento administrativo e logístico da EFCB no estado, abrigava núcleos importantes de apoio e centros de gestão ferroviária, além de contar com forte contingente de escoteiros ligados à corporação.

Juiz de Fora: Cidade de expressiva tradição ferroviária e industrial na Zona da Mata, cortada pela linha principal da Central do Brasil, onde o escotismo em geral já era muito forte (com grupos históricos se cruzando com o cotidiano ferroviário).

São João del-Rei e Região das Vertentes / Sul de Minas: Regiões de intensa atividade ferroviária (como os ramais da Rede Sul Mineira) que ligavam o interior mineiro ao eixo com o Rio de Janeiro e São Paulo. Cidades como Passa Quatro, Caxambu, Ouro Fino e Muzambinho historicamente abrigaram estações e postos avançados de forte vivência ferroviária que serviram de base para iniciativas de recreação e formação infanto-juvenil ligadas às estações.

Conselheiro Lafaiete (antiga Queluz) e Barão de Cocais: Cidades do eixo central e histórico minerador/ferroviário cortado pelos trilhos que iam em direção ao Vale do Aço e ao centro do estado.

Essas unidades funcionavam dentro do conceito de “vilas ferroviárias”, onde a própria ferrovia cedia espaços, apoiava eventos cívicos locais e promovia o alinhamento entre a educação escoteira e a disciplina técnica exigida pela profissão ferroviária.

     Escoteiros Católicos sob a direção do Padre Clóvis de Souza e Silva.

     Fundado em 20 de abril de 1937, o Centro dos Escoteiros Católicos de Minas Gerais e sua filiação a Federação Mineira de Escoteiros, se deu no dia 20 de maio do mesmo ano.

     Antes disso, embora houvesse iniciativas paroquiais isoladas de catequese e recreação juvenil inspiradas em métodos escoteiros (seguindo o pioneirismo nacional dos Escoteiros Católicos surgidos no Rio de Janeiro em 1917), a década de 1930 foi marcada pela estruturação institucional do escotismo mineiro.

     O Centro dos Escoteiros Católicos de Minas Gerais consolidou sua atuação ao se filiar à Federação Mineira de Escotismo (FME), órgão criado em 1928 que congregava as associações do estado e coordenava as diretrizes junto à União dos Escoteiros do Brasil (UEB).

     O escotismo católico em Minas cresceu amparado por colégios confessionais, seminários e paróquias, que viam na metodologia escoteira uma ferramenta poderosa de educação moral, cívica e religiosa.

     Ao longo das décadas seguintes — especialmente após a unificação nacional definitiva do escotismo brasileiro na década de 1950 e a reestruturação das Regiões Escoteiras —, muitas das antigas bases católicas integraram-se aos moldes das Unidades Escoteiras Locais (muitas delas ligadas a paróquias tradicionais e instituições católicas em Belo Horizonte, Juiz de Fora e no interior do estado).

 

     Fundada em Belo Horizonte, no dia 31 de maio de 1926, pelo então chefe Pereira da Silva “O Onça Pintada”.
A Associação Guia Lopes participou no Jamboree Mundial da Inglaterra no ano de 1929. 

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     Fundada em 13 de maio de 1928, na cidade de Alfenas, presidida pelo Sr. Roque N. Tamburini e o chefe Prof. José Geraldo Soares.

Funcionou no Ginásio Municipal da Cidade.

Publicava um jornal denominado “O Monitor”

     Aguardando maiores informaçõese.

Publicava um jornal denominado “O Monitor”

     Fundada em 03 de agosto de 1930, na cidade de Belo horizonte, sede no Colégio Batista, Rua Pouso Alegre.

Esteve inativo entre os anos de 1937 e 1938, quando foi reorganizada.

Presidente – Prof. Francisco Paez

Chefe – Robespierre Jones

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     Fundada em 16 de outubro de 1932, na cidade de Montes Claros,  presidida pelo Sr. Álvaro Marcílio o chefe Prof. Joaquim Soares da Silva e Marcelo Flora de Oliveira

Funcionou no Ginásio Municipal da Cidade.

Publicava um jornal denominado “O Monitor”

     Fundada em 25 de agosto de 1936, na cidade de Belo Horizonte, sede do Colégio Afonso Arinos, rua Carangola, 288

Diretoria eleita em 11 de julho de 1937

Presidente – Dr. Edgard Renault Coelho
Vice-Presidente – Dr. João Pinto
Comissário Técnico –  Prof. Francisco Floriano de Paula que era o diretor do ginásio na ocasião.
Comissário Administrativo – J. C. Peixoto
Comissário Tesoureiro – Prof. Otávio Barbosa
Comissário Técnico Adjunto – Am. Damasceno
Diretor de Esportes – J. I. Santos Junior
Diretor de Atletismo – Genésio Cairo

Outros membros importantes da ocasião, eram Silvio Bagetti, F.F de Carvalho, Dr. João Pinto, Otávio Barbosa, José Carlos Peixoto, Robespierre Jones e Américo Damasceno.

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     Fundada em janeiro de 1939, na cidade de Itajubá,  presidida pelo Sr. Dr. Luiz Goulart de Azevedo e os chefes Dr. Tomaz da Câmara e Jair Dias Pereira

     Fundada em 1939, na cidade de Presidente Vargas,  presidida pelo Ed Pedrosa Lessa.

EFCB

     Fundada em 04 de novembro de 1936, na cidade de Passos, com sede no Pavilhão Santa Inês, casa Paroquial.

Presidida por pelo Dr. Lealdino Alcantara e o chefe Prof. Teodoro Correa.

     Fundada em 15 de fevereiro de 1936, na cidade Pitangui, sendo seu presidente Sr. Lima Guimarães e o chefe de grupo o cabo Francisco Pichitelle

     Fundada em 21 de abril de 1939, na cidade Uberaba, dentro do quartel do 4o. batalhão de caçadores Mineiros, sendo o seu  Presidente o Coronel comandante do 4o. BCM.

Chefes atuantes.: aspirante Raul Chaves Mendes e o sargento Jeferson de Araújo.

       Aguardando Maiores informações

     Fundada em 04 de novembro de 1937, na cidade Juiz de Fora, com sede na Av. Rio Branco, 2584

Presidente.: Maria do Céu Corrêa e o chefe Darcy Evaristo Malta

     Fundada em 06 de agosto de 1939, sob o patrocínio do 1o. Batalhão de Caçadores Mineiros em Belo Horizonte, localizado na praça Floriano.

Presidente – Cel. Comandante do BCM e o aspirante José Marques Rosa.

     Fundada em 10 de novembro de 1938, na cidade de Muzambinho, com sede no 10o. BCM

Presidente.: Comandante do 10o. BCM e o chefe sargento Nelson dos Santos Cunha

     Fundada em 02 de março de 1939, na cidade de Lavras, com sede no 8o. Batalhão de Caçadores, na Praça Dr. Augusto Silva, 479.

Presidente.: Comandante do 8o. Batalhão e o chefe Manoel Ribeiro da Rocha. Diretor Técnico Aspirante Mário Guimarães

     Fundada em 01 de março 1939, na cidade de Barbacena, com sede no 9o. Batalhão de Caçadores, na Praça Olinto Magalhães(Antigo Mercado) EFCB. 

Presidente.: Prof. Honório Armond e chefe Onésimo de Abreu

     Fundada em 03 de fevereiro de 1939, sob o patrocínio do 3o. Batalhão de Caçadores Mineiros em Diamantina

Presidente – Cel. Comandante do BCM e o aspirante José Marques Rosa.

     Funcionava no então 2o. B.C.M – Antigo Batalhão de Caçadores da Força Pública do Estado de Minas Gerais que atualmente é denominado 2o. Batalhão de Polícia Militar.

Aguardando maiores informações

     Fundada em 24 de outubro de 1938, sob o patrocínio do 7o. Batalhão de Caçadores Mineiros em Bom Despacho

Presidente – Cel. Comandante do BCM, aspirante Rodolfo Soares de Souza, sargento José Cardoso de Campo e Cabo José Leopoldo dos Prazeres

     Fundada em 1937, na cidade de Belo Horizonte,  presidida pelo Sr. João Ministério, Rua Brito Melo, 432

Funcionou no Ginásio Municipal da Cidade.

Publicava um jornal denominado “O Monitor”

     Fundada em 01 de março de 1939, na Rua Getúlio Vargas, cidade Piumhi.

Presidente – Tenente Geraldo Joviano dos Santos e o chefe Oscar Alves Rocha

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     Fundada em 1937, na cidade de Belo Horizonte,  presidida pelo Sr. João Ministério, Rua Brito Melo, 432

Funcionou no Ginásio Municipal da Cidade.

Publicava um jornal denominado “O Monitor”

     Fundada em 1932 com possibilidade de haver encerrado suas atividades em 1934, funcionava e tinha  como entidade patrocinadora o Sporte Clube Juiz de Fora, na cidade de Juiz de Fora, bem localizado na principal artéria da cidade, a Avendia Barão do Rio Branco.

Seu principal associado era o chefe Darcy Evarsito Malta

     Fundada em 1944 e aguardando maiores detalhes. Criada com o objetivo de homenagear o Lobinho Hélio Marcos, uma das vítimas do desastre ferroviário da Mantiqueira, ocorrido no dia 19 de dezembro de 1938.

Seu principal associado era o chefe com o apelido de Castor Branco.

     Fundada em 23 de agosto de 1927 pelo chefe Pereira da Silva “o Onça Pintada”, no grupo escolar de mesmo nome.

Seu primeiro chefe foi José dos Santos Ferreira, que também participou do Jamboree Mundial em 1929 na Inglaterra.